Waltercio Caldas

Waltercio Caldas nasceu em 1946, no Rio de Janeiro. Escultor, desenhista, artista gráfico e cenógrafo, estudou pintura com Ivan Serpa, em 1964, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio). Entre 1969 e 1975, fez desenhos, objetos e fotografias conceituais. Nos anos 1970, deu aulas no Instituto Villa-Lobos, no Rio de Janeiro, e foi coeditor da revista Malasartes. Integrou a comissão de Planejamento

Cultural do MAM Rio e participou de publicações no jornal Opinião. É considerado por críticos, curadores e escritores um dos mais importantes artistas emergentes do Brasil nos anos que se seguiram ao movimento neoconcreto dos anos 1960. Suas obras questionam e investigam a percepção humana, usando com frequência formas que desafiam a sensação de volume e profundidade. Realizou exposições no Brasil e no exterior e foi agraciado pela Associação Brasileira de Críticos de Arte, em 1993, com o prêmio Mário Pedrosa, por sua mostra individual realizada no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Em 1996, lançou a obra O livro de Velázquez e, pela primeira vez, apresentou seus cadernos de estudos durante a exposição individual Anotações 1969/1996. Entre seus trabalhos recentes, estão a participação na Bienal Entre Abierto, em Cuenca, Equador, em 2011, quando recebeu o prêmio com a obra Parábolas de superfície, e na coletiva Art Unlimited – What is World. What is Not, em Basileia, na Suíça. Em 2018, foi um dos sete artistas curadores escolhidos para conceber uma exposição coletiva na 33ª Bienal de Arte de São Paulo, selecionando pinturas, esculturas e textos que tratavam de assuntos relacionados a tempo e espaço. Seus trabalhos estão em coleções de importantes instituições, como o Museum of Modern Art (MoMA), em Nova York, e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio).

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