Janis

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Em Janis, ao evocar a figura da cantora norte-americana Janis Joplin, se apresenta um monólogo construído a partir de sua vida, assim como de sua morte, ocorrida em 1970, quando tinha apenas 27 anos de idade. Numa cronologia não linear, o autor Diogo Liberano se inspira em situações vividas por Janis para lançar olhares sobre questões relacionadas à vida e à morte, à criação artística e ao sucesso, bem como aos dilemas amorosos e existenciais de uma das maiores e mais emblemáticas cantoras de todos os tempos.

Entre os capítulos que compõem a dramaturgia, músicas marcantes na meteórica trajetória de Joplin apresentam uma sugestão de quem foi Janis e como sua criação traduziu seu inconformismo com os valores da época. Como uma “dramaturgia de evocação”, mais do que mostrar um retrato final da artista, Janis busca convidar o leitor-espectador a ver e a rever o mundo de hoje assumindo uma outra posição: a dela.

Sobre o autor
Diogo Liberano nasceu em 15 de outubro de 1987, em Vassouras, Rio de Janeiro. É dramaturgo, diretor e ator, graduado em artes cênicas (direção teatral) e mestre em Performance e Teatro pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas, coordenador do Núcleo de Dramaturgia SESI Rio de Janeiro e diretor artístico e de produção da companhia carioca Teatro Inominável, junto à qual assina a curadoria e a direção artística da bienal Mostra Hífen de Pesquisa-Cena, desde 2012. Entre suas principais dramaturgias estão: Maravilhoso (2013), dirigida por Inez Viana e indicada ao Prêmio APTR; Inquérito (2015), dramaturgia que integra o espetáculo Real – Uma revista política, do grupo espanca!; e Os sonhadores (2016), dirigida por Vinícius Arneiro e indicada aos prêmios Shell e Cesgranrio. Junto ao Teatro Inominável, destacam-se: Sinfonia sonho (2011), espetáculo indicado ao Prêmio Questão de Crítica na categoria direção e a performance O narrador (2014), cuja dramaturgia foi indicada aos prêmios Shell e Cesgranrio. Como diretor, destacam-se: Vermelho amargo (2013), de Bartolomeu Campos de Queirós; Uma vida boa (2014), de Rafael Primot; A Santa Joana dos Matadouros, (2015) de Bertolt Brecht, dirigida com Marina Vianna e indicada pela direção ao Prêmio Cesgranrio; e O leão no aquário (2017), da Minha Nossa Cia de Teatro de Curitiba.

Sobre a coleção
A Coleção Dramaturgia publica, desde 2012, textos de dramaturgos da cena teatral brasileira e internacional. Os livros ajudam a construir a memória do teatro do nosso tempo, marcando um novo registro do cenário da dramaturgia contemporânea. Em 2015, a Cobogó lançou ainda a Coleção Dramaturgia Espanhola e em 2019 a Coleção Dramaturgia Francesa e a Coleção Dramaturgia para Crianças. São aproximadamente 70 autores em mais de 80 títulos lançados.

Ficha Técnica
Coleção Coleção Dramaturgia
Autor Diogo Liberano
Idioma Português
Páginas 64
ISBN 9788555910296
Encadernação Brochura
Formato 13 x 19 cm
Ano 2017

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