Patrick Pessoa é doutor em Filosofia pela UFRJ/Universität Potsdam e professor do Departamento de Filosofia da UFF e dos Programas de Pós-Graduação em Filosofia da UFF e em Artes da Cena da UFRJ. É editor da revista Viso – Cadernos de Estética Aplicada. Traduziu e adaptou o texto dos espetáculos Na selva das cidades, de Bertolt Brecht, dirigido por Aderbal Freire-Filho (2011), Oréstia, de Ésquilo, dirigido por Malu Galli e Bel Garcia (2012) e O imortal, de Jorge Luís Borges, dirigido por Adriano Guimarães (2018). Criou dramaturgias originais para os espetáculos Nômades, dirigido por Marcio Abreu, Labirinto, dirigido por Daniela Amorim, Invisível, dirigido por Jörgen Tjon A Fong e Quero ser Rabih Mroué, dirigido por Dani Lima e Raquel Karro. Além dos 3 livros publicados pela editora Cobogó, publicou ainda A segunda vida de Brás Cubas: a filosofia da arte de Machado de Assis (Rocco, 2008); A história da filosofia em 40 Filmes (Nau, 2013), Oréstia: adaptação dramática (Giostri, 2013) e Labirinto (Giostri, 2017), os três últimos em parceria com Alexandre Costa.
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