Solange Pessoa

Para além das claras referências vindas da observação da organicidade ou das experimentações estéticas rupestres, o que salta na obra de Solange Pessoa é a pulsão de uma vitalidade singular, que se manifesta por meio de contornos peculiares, assoprando figuras, formas e coisas em que reconhecemos o movimento primordial da gênese. Em seus trabalhos a materialização da vida assume uma profundidade radical, oferecendo uma linguagem própria de leitura e imaginação do que se encontra no mundo. Vê-se surgir, então, espécies que carregam em si mais ou menos características dos três reinos – mineral, vegetal e animal – e transmitem a universalidade a partir de seus aspectos mais locais. Solange Pessoa (Ferros, 1961), vive e trabalha em Belo Horizonte, Brasil. Suas mostras individuais mais recentes incluem In the Sun and the Shade, Mendes Wood DM, Bruxelas (2020); Longilonge, Ballroom Marfa, Marfa, Texas, (2019); Solange Pessoa, Mendes Wood DM, Nova York (2018); Solange Pessoa, Blum & Poe, Los Angeles (2017); Solange Pessoa, Mendes Wood DM, São Paulo (2016); Metaflor-Metaflora, Museu Mineiro, Belo Horizonte (2013); Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte (2008); Museu da Inconfidência, Ouro Preto (2000); Palácio das Artes, Belo Horizonte (1995); e Centro Cultural São Paulo, (1992). Pessoa recebeu o prêmio Pollock Krasner Foundation (1996/1997), e participou de diversas exposições coletivas, incluindo Invenção de Origem, Estação Pinacoteca, São Paulo (2018); La Fin de Babylone - Mich Wunder, dass ich so Fröhlich bin, Koln Skulptur #9, Colônia (2017); New Shamans (2016), High Anxiety (2016), e No Man’s Land: Women Artists (2015)[ID1] , todas na Rubell Family Collection, Miami, USA; Arte e Patrimônio, Paço Imperial, Rio de Janeiro (2014); Mostra do Redescobrimento, CAPS Musée d'Art Contemporain, BordeauxID2; e Heranças Contemporâneas (1999), Encontros e Tendências (1993), Museu de Arte Contemporânea de São Paulo.

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