Daniel Buren

Daniel Buren nasceu em 1938, em Boulogne-Billancourt, na França, e vive atualmente em Paris. É pintor e artista conceitual, e costuma trabalhar in situ, produzindo suas obras de acordo com a especificidade de cada espaço expositivo. Graduou-se na École Nationale Supérieure des Métiers d’Art, Paris, em 1960. Entre 1966 e 1967, participa do grupo bmpt, ao lado de Michel Parmentier, Olivier Mosset e Niele Toroni. Ainda em 1966, questiona a pintura formal, passando a pintar telas com listras verticais, sempre da mesma largura, alternando brancas e coloridas. Sem autorização formal, em 1968, Buren espalha 200 cartazes listrados pela cidade de Paris e, em 1970, também sem permissão, cola esses cartazes em 140 estações de metrô. As listras transformam-se, assim, no único elemento permanente da obra de Buren, presente em quase duas mil instalações em galerias, museus e áreas abertas, como jardins públicos. Em 1971, o artista é convidado a expor no Museu Guggenheim de Nova York, mas sua obra, um enorme painel intitulado Peinture-Sculpture [Pintura-escultura], é retirada mediante protestos dos outros expositores, por ofuscar os demais trabalhos. Seu rigor e radicalismo também aparecem em muitos de seus textos teóricos sobre arte. Em 1986, Buren ganha o Leão de Ouro da Bienal de Veneza e expõe Les deux plateaux [Os dois platôs], uma de suas obras mais importantes, no Palais-Royal, em Paris. Em 2005, realiza a exposição The eye of the storm: Works in situ [O olho da tempestade: trabalhos in situ] no Museu Guggenheim de Nova York. Suas exposições mais recentes incluem Photos-souvenirs au carré [Memórias fotográficas ao quadrado], (Galerie Kamel Mennour, Paris, 2010]; e Echoes, works in situ Ecos, trabalhos in situ.

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